Itens estão entre os que mais subiram em setembro junto com calçados, jóias e bijuterias, pelo segundo mês seguido reajustando preços acima do índice geral.

Também em setembro a categoria que inclui roupas, tecidos, calçados, jóias e bijuterias reajustou os preços acima da inflação geral como aconteceu em agosto. A alta foi de 0,8% em relação ao mês anterior, quando o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do mês foi de 0,16%, de acordo com a pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das menores taxas do ano até agora.

Segundo o estudo dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, somente Alimentação e Bebidas, além de Habitação, apresentaram recuo de preços em relação a agosto, de menos 0,41%) e menos 0,12%), respectivamente. As demais atividades ficaram mais caras em setembro.

No setor de moda, apenas roupas masculinas caíram em setembro, recuando 0,09%. Roupas femininas ficaram 0,16% mais caras. As maiores pressões foram exercidas pelo aumento das roupas para crianças que subiram 0,74%; depois jóias e bijuterias, com alta de 0,67%. Os preços dos calçados avançaram 0,44% na passagem de um mês para o outro e os de tecidos vendidos no varejo encareceram 0,39% em setembro.

PREÇOS NAS CAPITAIS
Das 13 cidades cujos preços são monitorados pela pesquisa do IBGE, três reduziram os preços na passagem para setembro. Em Fortaleza os preços caíram 0,19%, o maior recuo entre as metrópoles brasileiras. Depois vem o Rio de Janeiro com queda de 0,15% e Curitiba que reduziu 0,07% sobre o mês anterior.

Em Goiânia, dispararam os preços tanto das roupas para adultos quanto de crianças. Renovar o armário por lá ficou 1,22% mais caro que em agosto. A segunda capital mais cara é Porto Alegre com reajuste de 0,49%, além de Belo Horizonte (0,46%) e São Paulo (0,44%), com índices bem superiores ao da inflação brasileira.


Fonte: GBL Jeans.